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18.6.06

A República Checa

Eu gosto muito da República Checa, embora o penteado do Nedved já me irrite: o homem já não tem idade para aquelas repas ruças "acachapadas".
Posto isto, que é que aconteceu à República Checa?
1 - Aconteceu que levou só dois pontas de lança e agora estão os dois aleijados - o que jogou hoje, aquele camionista adaptado, é um cepo com olhos.
2- Aconteceu que mamou um golo logo a abrir e abanou. Aganou.
3 - Aconteceu que o Gana perdeu com a Itália e os checos pensaram "ah! estes cromos perderam com os italianos, portanto pfffff", mas perder com a Itália acontece a toda a gente, é fácil, os tipos não jogam, andam ali apenas para lixar os outros: atenção, se for o Brasil a ser lixado por eles eu gosto, mas isso é uma cisma minha.
4 - Aconteceu que, agora, um penalty dá - quase sempre - expulsão. Isto é o problema do amaricamento global da bola. Coisa de "prrrriiiips". E lá ficou a República Checa a jogar com nove, contra doze; sim, que o ponta-de-lança checo parecia o Schevchenko no jogo contra a Espanha: um defesa central adversário e, nesse particular, especialmente eficaz.
5 - Aconteceu que, postas as coisas nestes preparos, a República Checa podia ter levado seis ou sete batatas "sem saber ler nem escrever" e ia ficar com cara de "Sérvia Piorada".
6 - Aconteceu que a República Checa, com isto tudo, acabou por só levar dois tubérculos. E, se o Baros recuperar e Deus estiver para aí virado, a República Checa ainda há-de mandar os "tiffosi" fazer o seu "tifo" em casa deles, deixando por terras alemãs quem sabe jogar à bola, ou seja, o título deste escrito (a República Checa) e os ganeses.
7 - Por hoje era só.

Falar de Portugal não é preciso. Basta ler no Mar Salgado, está lá tudo repenicadinho.

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